Apesar de não contribuir há já algum tempo para esta instituição que se vai tornar o Meu Pequeno Mundo, senti que estava na altura de voltar e debruçar-me sobre um tema que me interessa.
A mega operação levada a cabo pelas PJ nos últimos dois dias no mundo do futebol, assustou muita gente neste nosso pequeno mundo.
Assustou tanto que s minha fonte na Stapples já me confirmou que as máquinas de destruição de papel estão praticamente esgotadas em todo país, e sociedade ponto verde estima que nos últimos dois dias foram poupadas cerca de 5.000 árvores através das remessas enviadas por anónimos.
Mas, o mais interessante é sem dúvida, o silêncio que todos os dirigentes desportivos se remeteram. Todos? Não, existe alguns que tinham obrigatoriamente que falar e outros que não tiveram alternativa, pois foram apanhados desprevenidos.
Como tal decidi, atribuir alguns prémios pelo desempenho destes notáveis dirigentes. Ora aqui vai:
“Mais Valia Estar Calado” – O Vencedor é: Membro da Direcção do Sporting que proferiu a seguinte frase “Agora o ferro está quente”. Sem dúvida mais uma pérola para léxico futebolês, que inclui frases como “Vocês sabem do que eu estou a falar…”, ou “Cuidado com os rapazes…”;
“Eu é que sou o prusidente da junta” – Para (tcharam) Gilberto Madail. Fantástico desempenho perante os jornalistas quando diz “já estava a espera disto”. Ora meu amigo se já estava a espera disto já devia ter agido.
“Sacudidela do Capote” – Para (novamente) Gilberto Madaíl. Quando com toda a subtileza diz “O CA têm autonomia (ou independência?) técnica”. Muito Bom. É tão bom que nem merece comentários.
“Como é que eu descalço esta bota?” – Para Luis Guilherme, quando responde a passo apressado as perguntas e com toda a subtileza do mundo e com a sensibilidade que o momento exigia diz “Tenho que ir, tenho que ir nomear os árbitros para a próxima jornada”. Em cheio. Timming perfeito.
“Nós já sabíamos, mas ninguém nos ouve” – Para os jornalistas desportivos presentes no debate da SIC Noticias, quando dizem que sabem (ou sabiam) de casos parecidos, ainda mais graves só que não tinham provas. Eu também sei, e aposto que no final de cada jogo em que a minha equipa perde, ou conheço mais dois ou três casos de corrupção. O problema é que eu não sei nada em concreto. Se esses senhores sabem, que contem as autoridades. Se elas lhe prestam a devida atenção é outro problema.
“Mas, o que é que se passa?” - Para o advogado do major Valentim Loureiro, que ainda não sabe quais são os indícios. Bom, numa coisa esse senhor é mais honrado que outros advogados da nossa praça. Não vem lavar a roupa suja para a via pública.
“E agora?” – Para o major Valentim Loureiro e para os restantes dirigentes desportivos. Este caso vai provocar fortes abalos no universo futebolístico nacional. A intensidade vai depender de como o caso se resolve. Se mantiver no segredo dos Deuses (não digo Justiça porque senão toda a gente sabe) e a actuação da PJ e do Tribunal for célere e certeira podemos ter alterações. Se este caso se arrastar e entrar-mos na lógica casa-piana que rege os grandes casos em Portugal, esperam-nos as grandes manchetes do 24 horas e do Correio da Manhã, os editoriais inflamados e as prisões preventivas e no fim teremos mais do mesmo
Um cordial saludo.
Local: Numa estação de comboios
Prato do dia: Panados com arroz
Wednesday, April 21, 2004
Tuesday, February 17, 2004
O meu pequeno mundo.
Nada começar uma epopeia bloguista com a introdução ao Meu Pequeno Mundo.
O meu pequeno mundo é um rectângulo que foi abandonado por raça de extraterrestres ao lado de uma colónia quadrada demasiado excitada de pequenos seres que se empaturravam de pimentos.
Este pequeno mundo, cresceu (sem deixar de ser pequeno), e tornou-se um mundo adulto (porém pequeno) que continua a ter de viver ao lado de uma colánia de seres (pequenos pois está!) que continuam excitados.
O Pequeno (vanos começar a ser informais) apresenta caracteristicas únicas que o distingue da vizinha colónia. Primeiro não apresenta seres tão excitados, sao assim um bocado mais calmos, mais tranquilos, diria (ou escreveria) pacificos e os pimentos só os come em saladas ou a acompanhar aquele grande piteú gastronomico que a sardinha.
Isto é o meu pequeno mundo.
A descrição não é grande coisa, mas também (e como disse na primeira frase) isto será o inicio de uma epopeia bloguista que será estender por muito muito tempo, e durante o mesmo irão o conhecer melhor.
Despeço-me com uma frase mítica da infância de todos os que acompanhavam a saga da formiga alemã:
Gute nacht- und Schlafbrunnen
Nada começar uma epopeia bloguista com a introdução ao Meu Pequeno Mundo.
O meu pequeno mundo é um rectângulo que foi abandonado por raça de extraterrestres ao lado de uma colónia quadrada demasiado excitada de pequenos seres que se empaturravam de pimentos.
Este pequeno mundo, cresceu (sem deixar de ser pequeno), e tornou-se um mundo adulto (porém pequeno) que continua a ter de viver ao lado de uma colánia de seres (pequenos pois está!) que continuam excitados.
O Pequeno (vanos começar a ser informais) apresenta caracteristicas únicas que o distingue da vizinha colónia. Primeiro não apresenta seres tão excitados, sao assim um bocado mais calmos, mais tranquilos, diria (ou escreveria) pacificos e os pimentos só os come em saladas ou a acompanhar aquele grande piteú gastronomico que a sardinha.
Isto é o meu pequeno mundo.
A descrição não é grande coisa, mas também (e como disse na primeira frase) isto será o inicio de uma epopeia bloguista que será estender por muito muito tempo, e durante o mesmo irão o conhecer melhor.
Despeço-me com uma frase mítica da infância de todos os que acompanhavam a saga da formiga alemã:
Gute nacht- und Schlafbrunnen
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